Opinião
A automacumba semântica da eleição 2024 em Valente
Por Eduardo Frederico
Valente acordou inconsciente do grande salto que deu após o resultado das eleições de ontem. Deixo claro que não existe nenhum “pensamento crítico” se se continua preso numa malha de desculpas verbais, impotente com os dados de realidade.
Só que ontem o valentense provou que evoluiu com a criação do que eu batizei de automacumba semântica.
Balacubaco
A vitória da macumba sobre a moral judaico-cristã tradicional valentense grudada aos princípios “politicamente corretos” foi algo sensacional.
Todos testemunharam os cristãos imitarem Judas ao traírem pela omissão ao que dizem servir e acreditar.
Padres e pastores inclusive.
Tudo é interesse
Nenhum apóstolo é sonso o bastante para não perceber, hoje, que foram as favas a compatibilidade lógica entre o que o cristianismo pede e o que o cristão entrega.
Eu me incluo nesta mandinga, pois não foram poucas as vezes que me omiti como jornalista ao anticristico abismo.
Avanços
Eu realmente creio que é importante o respeito a outras crenças. Porém desaprovo as apologias e dentro do que eu acredito acho errado.
Valente testemunhou o uso de carro oficial em casa espiritual por pessoas de cargos de confiança, e também trabalhos na porta de candidato.
Os pseudo-cristãos da prefeitura fizeram alguma coisa quanto a isso?
Pois deveriam, sem que com isso mostrassem intolerância.
Poderiam por exemplo criticar o uso de carro oficial.
Como não fizeram, compactuaram.
Evoluíram como cidadão, mas cuspiram na cara do Pai.
Todos do bozó
Lógico que macumbeiro pode fazer macumba para macumbeiro. Mas é importante que o cristão valentense saiba que ele participou e amanhã deve deixar de hipocrisia não apontando mais para as religiões de matrizes africanas por exemplo, pois quando lhes foi útil se aliou a elas.
Valente ficou laica na tora!